quinta-feira, 30 de março de 2017

Tecnologia na Educação e outros

Tecnologia Educacional

 

A Tecnologia Educacional ou Tecnologia na Educação não é nenhuma novidade, muitas instituições já adotaram este ótimo recurso de desenvolvimento pedagógico: Unidades Escolares, Centros de Treinamento, Atividades de Recrutamento, Clínicas de Psicopedagogia entre outras modalidades de negócio.

Existem diversas Tecnologias que auxiliam na disseminação dos conteúdos educacionais, mas como em toda aplicação pedagógica, o acompanhamento profissional é indispensável, entende-se que a tecnologia facilita à maneira de educar, mas não extingue o educador.

Tecnologia educacional no Brasil


Muitas cidades brasileiras, principalmente as grandes capitais, já desfrutam da Tecnologia Educacional para o Ensino Público. Porém, o avanço da tecnologia educacional no Brasil encontra ainda alguns obstáculos como falta de estrutura das escolas, dificuldade no acesso a essas novas tecnologias, e até a falta de preparo de gestores e dos próprios professores.

Informática na Educação

Informática na Educação significa a inserção do computador no processo de aprendizagem dos conteúdos curriculares de todos os níveis e modalidades de educação. Para tanto, o professor deve ter conhecimento sobre os potenciais educacionais do computador e ser capaz de alternar adequadamente atividades tradicionais de ensino-aprendizagem e atividades que usam o computador.

Educação na Informática

A sociedade está cada vez mais informatizada - é comum encontrarmos computadores em bancos, supermercados, lojas, escritórios. Isso está pressionando as escolas a também começarem a fazer uso dela. A maioria das escolas particulares já possui laboratório de informática, muita deles com conexão Internet. Os sistemas municipais e estaduais também estão desenvolvendo programas para aquisição de seus laboratórios.
Envolver os professores nesse novo contexto apresenta-se como o grande desafio. Cabe às escolas organizar uma estrutura que dê oportunidade aos professores de sala de aula - e não apenas aos responsáveis pelo laboratório de informática - de interagir com a tecnologia, se apropriar dela técnica, teórica e pedagogicamente, de forma que a Informática não seja mais uma panaceia nas escolas, como tantas outras inovações que por ali têm passado. Mesmo que o aluno não precise do professor para ganhar o instrumento, vai precisar para ajudar a definir o que fazer com ele. O desafio é grande porque não se trata de ensinar o aluno a mexer com a tecnologia, e sim de ensinar o aluno, que já está inserido nela, a usá-la, ver o que vai fazer com ela, fazer a análise das possibilidades que apresenta indicar o caminho de um novo tipo de produção de subjetividade que pode ser gerada nessa interação.
Especialmente nos cursos de Licenciatura - enquanto espaços de formação de professores -, os alunos precisam ter oportunidade para interagir com essa tecnologia, apropriando-se dela com uma visão crítica de suas possibilidades e limites, já que ao ingressarem no mercado de trabalho irão se defrontar com essa tecnologia instalada na escola, estando os jovens estudantes imersos nessa nova realidade. O suporte técnico, teórico e metodológico precisa ser oportunizado pelos cursos de formação, sob pena de estarem preparando professores "alienados" da realidade com a qual vão trabalhar e deixando de lado recursos que podem ser importantes para desencadear uma nova dinâmica educacional.
O computador é um recurso que pode desencadear essa nova dinâmica porque possibilita o fazer, o executar e criar coisas encurta distâncias e facilita a comunicação. Portanto, a sua utilização na educação - principalmente quanto ligado em rede - significa uma possibilidade de estruturar, potencializar, fortalecer novas ideias; ideias que podem transformar a escola num espaço vivo de produção, recepção e socialização de conhecimentos.

 

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